A História Ambiental dos Eucaliptos: Austrália, Brasil e Vale do Paraíba Paulista

eucaGrande parte da bibliografia sobre o eucalipto no Brasil é composta de estudos bastante específicos, sobre características diversas da madeira, das folhas, da relação com o meio abiótico, com possíveis pragas e aspectos relativos ao melhoramento genético, produzidos principalmente por pesquisadores das áreas de engenharia florestal, ciências biológicas e agronomia.

Estes estudos têm contribuído para o aprimoramento do potencial produtivo, devido ao constante melhoramento e seleção dos indivíduos com características adequadas para os setores industriais: maior ganho de biomassa em menor tempo, além de resistência e plasticidade da madeira (para uso no setor de chapas, fibras e compensados) e qualidade das fibras vegetais (para a produção de papel e celulose). Apenas a biblioteca do IPEF (Instituto de Pesquisas Florestais), localizado no prédio do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ (Piracicaba-SP, Brasil), possui um acervo de mais de 45.000 trabalhos sobre o eucalipto, aproximadamente.

Como a maior parte dos textos sobre os eucaliptos baseia-se em estudos específicos, sobre características das plantas em nível autoecológico[2], informações importantes ficam restritas aos setores produtivos, técnicos e acadêmicos. Dessa forma, grande parte do conhecimento sistemático e experimental produzido sobre os eucaliptos não alcança outras esferas da sociedade, como os pequenos e médios produtores rurais ou outros indivíduos que tenham interesse ou estejam ligados a atividades relacionadas aos eucaliptos.

Esse é um dos motivos pelos quais, ao longo dos anos, foram difundidas informações equivocadas sobre estas árvores, de tal forma que muitos mitos ainda persistam e as discussões se reduzam a uma simples questão de posicionamento favorável ou contrário aos eucaliptos. Isso se reflete diretamente em trabalhos elaborados e apresentados, debates realizados e medidas estabelecidas, tornando a crítica enfraquecida devido à ausência de argumentos consistentes, baseados em dados científicos e em provas concretas de naturezas variadas.

Sendo assim, o eucalipto é um assunto muito polêmico no Brasil (e em outros países), sobre o qual ainda permanecem muitas dúvidas e controvérsias, não sendo raro que, em eventos científicos ou em outros locais de discussão, seja possível presenciar abordagens reducionistas, nas quais o senso comum e as posturas pessoais prevalecem sobre os critérios científicos e sobre o levantamento sistemático de dados bibliográficos e empíricos.

Por isso, buscou-se elaborar um trabalho que apresente coerência acadêmica, consultando bibliografia variada e pessoas que representassem os diferentes interesses envolvidos, visando esclarecer o público, com especial atenção para a comunidade regional, sobre alguns aspectos geográficos e históricos relacionados aos eucaliptos, para que esta possa ter mais subsídios para tratar (planejar) uma questão que se tornou tão relevante no contexto valeparaibano: a expansão dos cultivos de eucaliptos na região.[3]

No capítulo 1, discorreu-se sobre os aspectos geográficos dos eucaliptos na Austrália, buscando compreender e explicar a distribuição de algumas espécies de eucalipto, relacionando-a aos aspectos climáticos e pedológicos daquele país. Tratou-se também dos aspectos histórico-culturais dos eucaliptos na Austrália e dos diversos usos que possuem para o povo australiano. As informações que constam neste capítulo têm o objetivo de demonstrar que os eucaliptos, assim como os vegetais nativos do Brasil, possuem valor histórico e simbólico e que o extrativismo dos eucaliptos é muito anterior ao cultivo extensivo para fins comerciais.

Além disso, espera-se contribuir para que sejam minimizadas as críticas a árvore, visto que, assim como outras plantas, os eucaliptos estão ligados às atividades humanas há milhares de anos.

No capítulo 2, Eucaliptos no Brasil e no Vale do Paraíba, foram discutidos os aspectos geográficos, históricos e econômicos nas escalas nacional e regional. Foram discutidas a história do cultivo dos eucaliptos no Brasil, o desenvolvimento dos setores produtivos baseados no cultivo de eucaliptos, a área ocupada no país, bem como as possibilidades de usos alternativos, como a produção de mel, de briquetes e pellets, além do contexto atual da silvicultura de eucaliptos na região do Vale do Paraíba paulista. Além disso, foram apresentados os dados de medições realizadas em plantios na região, bem como considerações sobre os diferentes tipos e finalidades de plantios, nem todos com objetivos produtivos.

A primeira distinção ou consideração fundamental que deve ser feita neste trabalho ao se tratar de eucaliptos, não se baseia em aspectos ecológicos, mas, sim, em aspectos fisionômicos, e refere-se às características dos plantios em áreas urbanas e áreas rurais.

Os plantios em áreas urbanas são quase totalmente destinados à arborização de vias e parques, portanto, sua finalidade é estética e de lazer, logo, sem fins comerciais. Predominam plantios em formato alongado, como corredores, pouco adensados ou isolados e plantios com forma poligonal, como pequenos bosques. Muitos plantios são antigos, com árvores de grandes dimensões, principalmente em parques municipais, como ocorre no bairro do Bosque dos Eucaliptos em São José dos Campos-SP. Já os plantios mais recentes são de dimensões modestas e com copas esparsas.

Os eucaliptos podem ser utilizados como alternativa na arborização urbana, visto que o rápido crescimento proporciona sombreamento em curto espaço de tempo. Contudo, ao contrário de palmáceas, também muito utilizadas para a mesma finalidade, mas com tronco menos resistente, o uso de eucaliptos pode não ser adequado em locais com fluxo de automóveis, pois, no caso de possíveis acidentes com colisão, a rigidez da madeira pode agravar os danos.

Nas áreas rurais, predominam plantios com finalidades comerciais de grandes dimensões (extensivos), muito adensados e com diferentes idades, ocupando diversos setores do relevo. Há também plantios não-comerciais, muitos dos quais são antigos, em formato de corredor, ao longo de vias rurais e cercas, além de pequenos adensamentos de forma circular, talhões de sombreamento para o gado e como quebra-vento.

Assim como nas áreas urbanas, o rápido crescimento dos eucaliptos pode ser usado em benefício da população também nas áreas rurais. Plantios com finalidade não-comercial ocorrem por toda região, sendo utilizados como cercas-vivas, quebra-vento, além de fornecer sombra para os animais.

De forma geral, as principais dúvidas sobre os eucaliptos referem-se aos seus possíveis efeitos adversos em relação ao consumo de água pelas árvores, à alelopatia (inibição do crescimento em relação a outras plantas) e esterilização do solo, ao tamanho das raízes e sua capacidade de alcançar o lençol freático, à produtividade do sítio do plantio e à ocorrência de fauna, entre outros.

Na literatura consultada, é frequente que os autores citem casos de falsas ideias difundidas sobre os eucaliptos, fato comum, tanto na Austrália, onde essas ideias têm relação com o folclore ou conhecimento tradicional de aborígenes e colonizadores, como nos países em que os eucaliptos foram inseridos pelo homem.

Assim, os eucaliptos já foram responsabilizados por causar malária (na Europa) e febre amarela (no Brasil), além de sua lenha não queimar e de receberem a “culpa” por serem árvores exóticas, causadoras de muitos outros problemas, quase como se essas plantas fossem um “ente” autônomo, capaz de coisas absurdas contra a natureza do Brasil. A natureza não segue os limites territoriais estabelecidos pelo homem, assim, um eucalipto fora de sua área de distribuição natural, na própria Austrália ou no Brasil, é tão exótico quanto um pau-brasil em São Paulo, como o arroz, o café, a cana-de-açúcar e a banana no Brasil, ou como a batata na Europa, por exemplo.

O principal e mais comum equívoco verificado sobre o tema é a generalização em relação às espécies de eucalipto. Isto significa que o gênero Eucalyptus (família Myrtaceae) é abordado como se tratasse de apenas uma única espécie, desconsiderando que existem aproximadamente setecentas, sendo que um número bastante reduzido delas tem potencial produtivo.

No Brasil, os seguintes fatores são levados em consideração para a escolha da espécie mais adequada a ser cultivada: as características geoecológicas da área de interesse (principalmente climáticas: calor e abundância de chuvas), a destinação da produção (setor produtivo envolvido) e as características da espécie (variedade ou híbrido) em resposta aos dois primeiros aspectos, ou seja, velocidade de crescimento e ganho de biomassa. O setor produtivo envolvido influencia na determinação no tipo de espécie cultivada e na idade de corte (ou ciclo produtivo), pois cada espécie (ou híbrido) responde melhor a determinadas necessidades produtivas (conforme anexos).

A faixa de evapo-transpiração de (…) eucalipto está entre 800 e 1200 mm/ano. Isso significa que plantar (…) eucaliptos onde chove menos que 800 mm por ano dependerá de encontrar as espécies adaptadas a isso, e não se pode esperar grandes produtividades” (FOELKEL, s/d, pág.7).[4]

Estes fatores se aplicam principalmente aos plantios de grande extensão com finalidade comercial, pois outras tipologias de plantios, com finalidade de arborização urbana ou recuperação de áreas degradadas, por exemplo, seguem outros critérios. A especulação imobiliária e o preço da terra também influenciam na distribuição dos cultivos de eucaliptos para fins comerciais, já que este tipo de cultivo tem se expandido em áreas onde o preço da terra está desvalorizado.

De acordo com informações da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias – EMBRAPA, a ocorrência de geadas é fundamental para a escolha da área a ser cultivada, pois este é um fator natural limitante ao sucesso dos plantios, visto que muitas espécies são intolerantes ao frio.

Como afirmam Queiroz & Barrichello (2007): para o setor produtivo que necessita de árvores de madeira mais dura e resistente (postes), o ciclo produtivo deve ser maior, em torno de 20 anos para postes e de 12 a 15 anos para dormentes, enquanto para o setor produtivo que necessita de árvores de madeira mais plástica e de fibras moles (papel e celulose, chapas e aglomerados), o ciclo produtivo dever ser menor, em torno de 5 a 7 anos.

No hemisfério norte, como afirmam os mesmos autores citados no parágrafo anterior, o cultivo de espécies de coníferas e pinus possui ciclos de produção muito mais demorados, em alguns casos, por exemplo, em torno de setenta anos. Um exemplo interessante de boa adaptação ao território brasileiro, de forma geral, ocorre com a espécie Eucalyptus saligna Smith, bastante cultivada, e que nos mosaicos vegetacionais das florestas de eucaliptos da Austrália, ocorre em áreas mais elevadas (PRYOR, 1971, p.56). O híbrido E. urograndis (E. urophylla e E. grandis) é muito utilizado em plantios do Estado de São Paulo, enquanto no Sul do país, pode-se citar o E. globulus.

No caso da região do Vale do Paraíba paulista, a inserção e a expansão dos cultivos de eucaliptos, devido a uma conjunção de fatores de ordem natural, mas também fatores históricos, econômicos, tecnológicos, políticos e outros, têm sido marcantes principalmente nos últimos vinte anos, causando impactos socioambientais positivos e negativos de diversas formas.

Nesta região, há mais de dois séculos, tem se desenvolvido um processo (que continua ocorrendo nos dias atuais) de uso abusivo dos solos (ora intensivo, ora marcado pela estagnação e abandono e, como nos dias de hoje, de forma simultânea). Cada um dos períodos da história econômica da região, erroneamente designados por ciclos, foi caracterizado pela predominância de um tipo de atividade econômica rural ou vinculada ao campo: cultivo de cana-de-açúcar, cultivo de café, pecuária leiteira e cultivo de eucaliptos (silvicultura), devido à área ocupada ou pela geração de renda àqueles que optaram por uma destas atividades.

Isto não significa que há uma sequência linear histórica de substituição parcial ou total de um tipo de atividade por outra, mas sim situações alternadas em que algumas delas se destacam pela expansão, enquanto outras se retraem. Dessa forma, no passado, no período de expansão dos cafezais, a criação de animais e o cultivo de cana e de fumo, por exemplo, não deixaram de ser realizados.

Do mesmo modo, atualmente, cultivos como arroz, feijão, milho, mandioca, hortaliças, cana-de-açúcar, são mantidos, embora tenham perdido espaço para outras atividades, como o cultivo de eucaliptos. A pecuária bovina (e as atividades relacionadas, como a produção de queijo e requeijão), permanece como a atividade com maior área ocupada (pastagens), embora a renda gerada seja pequena em comparação com aquela gerada por atividades relacionadas ao cultivo de eucaliptos.

As práticas agropecuárias na região, de forma geral, caracterizam-se por não apresentar preocupação adequada com a manutenção das florestas e de outras fisionomias de vegetação nativas (como as que compõem o cerrado), bem como com a necessária conservação dos solos e dos recursos hídricos locais. Poucas são as áreas nas quais são resguardados remanescentes florestais, matas ciliares, áreas de topos de morros e de declividade acentuada, corredores ecológicos ou que utilizem princípios agroecológicos.

Chegou-se, na atualidade, a uma condição extrema de fragmentação e isolamento das florestas atlânticas (com extinção de algumas fisionomias), dos cerrados e das matas ciliares e também ao esgotamento e à baixa produtividade dos solos.  Embora seja uma região com elevado índice de urbanização e industrialização, estes são fenômenos mais recentes e concentrados na história do conjunto dos municípios valeparaibanos. Por outro lado, o processo de degradação das áreas rurais tem sido comum aos municípios da região desde o início do século XIX.

Os pequenos municípios não industrializados e seus habitantes (das áreas rurais e urbanas), assim como os moradores das áreas rurais de municípios de maior economia, têm enfrentado sérios de problemas ambientais, os quais têm influência direta na produção agrícola, na escassez de recursos e na restrição das possibilidades de trabalho e renda.

Apresentado esse quadro, que preocupa muito os valeparaibanos, é de se esperar que, iniciada uma conversa que tenha como tema a proteção do meio ambiente na região, o eucalipto se torne o assunto principal em curto espaço de tempo. Este tema tem mobilizado a comunidade regional, motivando a realização de reportagens[5], reuniões, debates públicos[6] e eventos científicos[7], com o objetivo principal de compreender os reais impactos do cultivo em grande escala na região. Muitas destas discussões tornam-se bastante acaloradas e polêmicas, tamanha é a tensão que o assunto causa nas partes envolvidas.

Geralmente, o senso comum atribui ao eucalipto uma série de impactos considerados negativos para os produtores rurais, como a diminuição da água disponível em cursos d’água e o rebaixamento do lençol freático. Com relação aos impactos positivos, algumas pessoas acreditam que é preferível, para melhorar as condições estéticas e ecológicas de uma área, substituir a cobertura das pastagens pela de eucaliptos.

É necessário, portanto, que sejam elaborados trabalhos com o objetivo de compreender os fenômenos que ocorrem na região e propor alternativas à situação de degradação descrita anteriormente. Buscando também, esclarecer a comunidade valeparaibana sobre a importância da proteção das áreas rurais degradadas e de seus recursos remanescentes, superando perspectivas de estudo baseadas apenas no nível autecológico e em idéias reducionistas, e elaborando alternativas para reverter o triste cenário rural valeparaibano.

Considera-se importante também, que sejam desenvolvidos mais trabalhos envolvendo os eucaliptos nas áreas de ciências humanas: geografia, história, antropologia, sociologia e outras, visto que mesmo os estudos históricos sobre os eucaliptos, têm sido realizados pelos profissionais das ciências biológicas, portanto, com enfoque diferente dos estudiosos das ciências humanas. Os questionamentos surgidos a partir das pesquisas contribuirão para o desenvolvimento de práticas de manejo mais adequadas às características geoecológicas das diferentes regiões brasileiras e para que as populações humanas que ocupam áreas ocupadas com a agricultura dos eucaliptos possam ser protegidas dos impactos negativos dessas atividades e possam utilizar os eucaliptos para a melhoria de sua qualidade de vida.

Portanto, nas páginas anteriores foram apresentadas as causas que motivaram a pesquisa, bem como os fatores utilizados para norteá-la. Verificou-se, durante a pesquisa, que embora algumas instituições, como a USP e o IPEF, tenham um acervo numeroso e diversificado sobre os eucaliptos, em outras, especificamente as do Vale do Paraíba, ele ainda é pequeno e restrito. Dessa forma, muitos estudantes e outros interessados não conseguem ter acesso a um número maior e mais diversificado de publicações em jornais, artigos e livros.

Em outras publicações, expressei minha posição favorável à conservação dos recursos naturais da região do Vale do Paraíba paulista (florestas, ar, água, solos, relevo, fauna e substrato geológico) e pela opção pela recuperação das áreas degradadas, em detrimento às práticas intensivas e extensivas de exploração dos solos e das águas. Neste trabalho buscou-se, entretanto, produzir um texto que avançasse em relação aos anteriores e que considerasse perspectivas mais amplas.

Por isso, o conteúdo deste artigo representa constatações e interpretações pessoais e não expressa a posição das instituições de ensino às quais estou vinculado e daquelas que contribuíram para a realização da pesquisa e para a elaboração desta dissertação.

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Resenha do Prof. Msc. Gerson de Freitas Junior

Universidade de Taubaté – UNITAU & Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo – FATEC (Campus de Jacareí).

gerson.freitas.junior@gmail.com

Download da dissertação  –  A História Ambiental dos Eucaliptos: Austrália, Brasil e Vale do Paraíba Paulista

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Este trabalho foi desenvolvido como atividade integrada ao Grupo de Estudos do Ambiente Construído, da UNITAU.

Grupo de Pesquisa: Ambiente Construído

Descrição: O Grupo de Pesquisa desenvolve estudos sobre o processo de urbanização e transformação do ambiente construído na região do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo – Brasil. Vem atuando desde o ano de 2002 tendo como objetivo principal o  estudo do desenvolvimento urbano sustentável com foco nas áreas de morfologia urbana, desastres ambientais urbanos, mudanças climáticas, paisagem regional e planejamento ambiental e a preservação dos bens culturais ambientais.

 

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 Fonte do Título: “Os eucaliptos no Brasil: aspectos geográficos e históricos” (Dissertação de Mestrado). Gerson de Freitas Junior, 2011, 151 p.

[2] Autoecologia: Ramo da Ecologia que trata das características de organismos ou espécies no nível individual.

[3] A expansão das áreas cultivadas com eucaliptos no Vale do Paraíba paulista também tem causado a concentração fundiária, visto que as empresas do setor de eucaliptocultura têm ampliado sua área de cultivo. Quando não adquirem a propriedade, determinam a forma de produção dos proprietários.

[4] Fonte:  http://www.eucalyptus.com.br/capitulos/capitulo_minerais.pdf <Acessado em 26/06/2011, às 05h10min>. Celso Foelkel.

[5]Produtor faz dossiê “eucalipto”.

Defensoria recebe dossiê sobre plantio. São Luiz do Paraitinga.

O defensor público Wagner Giron de La Torre protocola esta semana à Justiça de São Luiz do Paraitinga uma nova denúncia sobre a continuidade do plantio de eucaliptos no município. Ele recebeu anteontem um dossiê de [700] produtores da cidade com informações de que a VCP (Votorantim Celulose e Papel) estaria descumprindo ordem do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo. Em março, o TJ determinou a suspensão do corte e plantio de eucaliptos em São Luiz” (Jornal Valeparaibano. Caderno Cidades. 27/11/2008, quinta-feira, pág.9) <Acessado em 12/04/2010>.

[6] Palestra: Impacto da monocutura de eucalipto sobre o meio ambiente com o Defensor Público Wagner Giron De La Torre. Organização: Fundação S.O.S. Mata Atlântica e Grupo de Estudos e Conscientização Ambiental de Taubaté – GECA;

[7] Ver SERHIDRO-PS 2007: “1º Seminário de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Paraíba do Sul. O eucalipto e o ciclo hidrológico”. UNITAU, 07 a 9/11/2007.

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